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Humor Fake - O Melhor do Humor!

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19 de mar. de 2012

Tudo Sobre: Linux

Linux é o termo geralmente usado para designar qualquer sistema operativo (português europeu) ou sistema operacional (português brasileiro) que utilize o núcleo Linux. Foi desenvolvido pelo finlandês Linus Torvalds, inspirado no sistema Minix. O seu código fonte está disponível sob licença GPL para qualquer pessoa que utilizar, estudar, modificar e distribuir de acordo com os termos da licença.

Inicialmente desenvolvido e utilizado por grupos de entusiastas em computadores pessoais, o sistema Linux passou a ter a colaboração de grandes empresas, como a IBM, Sun Microsystems, Hewlett-Packard (HP), Red Hat, Novell, Oracle, Google, Mandriva e a Canonical.[1]

Apoiado por pacotes igualmente estáveis e cada vez mais versáteis de aplicativos para escritório (LibreOffice, por exemplo) ou de uso geral, por programas para micro e pequenas empresas gratuitos(projeto GNU) mas que em nada ficam a dever aos seus concorrentes comercializados, e interfaces gráficas cada vez mais amigáveis como o KDE e o GNOME, o núcleo linux, conhecido por sua estabilidade e robustez, tem gradualmente caido no domínio popular, encontrando-se cada vez mais presente nos computadores de uso pessoal atuais. Há muito entretanto destaca-se como o sistema operacional preferido em servidores de grandes porte, encontrando-se quase sempre presente nos "mainframes" de grandes empresas comerciais e até mesmo no computador mais rápido do mundo, o K computer, japonês.

O núcleo Linux foi, originalmente, escrito por Linus Torvalds do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Helsinki, Finlândia, com a ajuda de vários programadores voluntários através da Usenet (uma espécie de sistema de listas de discussão existente desde os primórdios da Internet).

Linus Torvalds começou o desenvolvimento do núcleo como um projeto particular, inspirado pelo seu interesse no Minix, um pequeno sistema UNIX desenvolvido por Andrew S. Tanenbaum. Ele limitou-se a criar, nas suas próprias palavras, "um Minix melhor que o Minix" ("a better Minix than Minix"). E depois de algum tempo de trabalho no projecto, sozinho, enviou a seguinte mensagem para comp.os.minix:

Curiosamente, o nome Linux foi criado por Ari Lemmke, administrador do site ftp.funet.fi que deu esse nome ao diretório FTP onde o núcleo Linux estava inicialmente disponível. (Linus tinha-o baptizado como "Freax", inicialmente)

No dia 5 de outubro de 1991 Linus Torvalds anunciou a primeira versão "oficial" do núcleo Linux, versão 0.02. Desde então muitos programadores têm respondido ao seu chamado, e têm ajudado a fazer do Linux o sistema operacional que é hoje. No início era utilizado por programadores ou só por quem tinha conhecimentos, usavam linhas de comando. Hoje isso mudou, existem diversas empresas que criam os ambientes gráficos, as distribuições cada vez mais amigáveis de forma que uma pessoa com poucos conhecimentos consegue usar o Linux. Hoje o Linux é um sistema estável e consegue reconhecer muitos periféricos sem a necessidade de se instalar os drivers de som, vídeo, modem, rede, entre outros.

Atualmente, um Sistema Operacional (em Portugal Sistema Operativo) Linux ou GNU/Linux completo (uma "Lista de distribuições de Linux ou GNU/Linux") é uma coleção de software livre (e por vezes não-livres) criados por indivíduos, grupos e organizações de todo o mundo, incluindo o núcleo Linux. Companhias como a Red Hat, a SuSE, a Mandriva (união da Mandrake com a Conectiva) e a Canonical (desenvolvedora do Ubuntu Linux), bem como projetos de comunidades como o Debian ou o Gentoo, compilam o software e fornecem um sistema completo, pronto para instalação e uso. Patrick Volkerding também fornece uma distribuição Linux, o Slackware.

As distribuições do Linux ou GNU/Linux começaram a receber uma popularidade limitada desde a segunda metade dos anos 90, como uma alternativa livre para os sistemas operacionais Microsoft Windows e Mac OS, principalmente por parte de pessoas acostumadas com o Unix na escola e no trabalho. O sistema tornou-se popular no mercado de Desktops e servidores, principalmente para a Web e servidores de bancos de dados.

No decorrer do tempo, várias distribuições surgiram e desapareceram, cada qual com sua característica. Algumas distribuições são maiores outras menores, dependendo do número de aplicações e sua finalidade. Algumas distribuições de tamanhos menores cabem num disquete com 1,44 MB, outras precisam de vários CDs, existindo até algumas versões em DVD. Todas elas tem o seu público e sua finalidade, as pequenas (que ocupam poucos disquetes) são usadas para recuperação de sistemas danificados ou em monitoramento de redes de computadores.

Dentre as maiores, distribuídas em CDs, podem-se citar: Slackware, Debian, Suse, e Conectiva. Cada distribuição é, em tese, um sistema operacional independente, de modo que os programas compilados para uma distribuição podem não rodar em outra, embora usem o mesmo núcleo (o Linux propriamente dito). A distribuição Conectiva Linux, por exemplo, tinha as suas aplicações traduzidas em português, o que facilitou que usuários que falam a Língua Portuguesa tenham aderido melhor a esta distribuição. Hoje esta distribuição foi incorporada à Mandrake, o que resultou na Mandriva. Para o português, existe também a distribuição brasileira Kurumin (Essa distribuição foi descontinuada pelo seu mantenedor), construída sobre Knoppix e Debian, e a Caixa Mágica, existente nas versões 32 bits, 64 bits, Live CD 32 bits e Live CD 64 bits, e com vários programas open source: LibreOffice, Mozilla Firefox, entre outros.

LinkExistem distribuições com ferramentas para configuração que facilitam a administração do sistema. As principais diferenças entre as distribuições estão nos seus sistemas de pacotes, nas estruturas dos diretórios e na sua biblioteca básica. Por mais que a estrutura dos diretórios siga o mesmo padrão, o FSSTND é um padrão muito relaxado, principalmente em arquivos onde as configurações são diferentes entre as distribuições. Então normalmente todos seguem o padrão FHS (File Hierarchy System), que é o padrão mais novo. Vale lembrar, entretanto, que qualquer aplicativo ou driver desenvolvido para Linux pode ser compilado em qualquer distribuição que vai funcionar da mesma maneira.

Quanto à biblioteca, é usada a Biblioteca libc, contendo funções básicas para o sistema Operacional Linux. O problema está quando do lançamento de uma nova versão da Biblioteca libc, algumas das distribuições colocam logo a nova versão, enquanto outras aguardam um pouco. Por isso, alguns programas funcionam numa distribuição e noutras não. Existe um movimento LSB (Linux Standard Base) que proporciona uma maior padronização. Auxilia principalmente vendedores de software que não liberam para distribuição do código fonte, sem tirar características das distribuições. O sistemas de pacotes não é padronizado.

ArchLinux, Debian, Fedora, Mandriva, Mint, Opensuse, PCLinuxOS, Puppy, Sabayon, Slackware e Ubuntu são algumas das distribuições mais utilizadas actualmente, listadas aqui por ordem alfabética.

Um exemplo de distribuição que corre num CD é o Kurumin Linux, criado por Carlos Eduardo Morimoto, baseada no Knoppix.

De entre as distribuições consideradas mais difíceis de gerir (por preferirem assegurar a estabilidade tecnológica em detrimento da interface de utilizador), destacam-se a Debian, Gentoo e Slackware.

Existem também distribuições Linux para sistemas móveis, como tablets e smartphones, sendo o Android, desenvolvido pelo Google, a mais difundida de todas. Outras distribuições Linux para sistemas móveis são o Maemo e o MeeGo.

Código Aberto e Programas Livres

Um programa, assim como toda obra produzida atualmente, seja ela literária, artística ou tecnológica, possui um autor. Os Direitos sobre a idéia ou originalidade da obra do autor, que incluem essencialmente distribuição, reprodução e uso é feito no caso de um programa através de sua licença.

Existem dois movimentos que regem o licenciamento de programas no mundo livre, os programas de código aberto e os programas livres. Os dois representados respectivamente pela OSI e pela FSF oferecem licenças para produção de software, sendo seus maiores representantes a licença BSD e a GPL.

O Linux oferece muitos aplicativos de open source, contudo nem todos podem ser considerados programas livres, dependendo exclusivamente sob qual licença estes programas são distribuídos. Os programas distribuídos sob tais licenças possuem as mais diversas funcionalidades, como desktops, escritório, edição de imagem e inclusive de outros sistemas operacionais.

Também existem organizações inclusive no mundo livre como a organização Linux Simples para o Usuário Final (SEUL) que tem como objetivo adotar a maior gama possível de aplicativos de alta qualidade produzidos sobre a GPL. É um projeto voluntário que atualmente se foca no aprendizado de Linux, seu uso na ciência e em documentos de advocacia, bem como gerenciar e coordenar projetos de desenvolvimento de aplicativos.

Linux foi o nome dado ao núcleo de sistema operacional criado por Linus Torvalds. Por extensão, sistemas operacionais que usam o núcleo Linux são chamados genericamente de Linux. Entretanto, a Free Software Foundation afirma tais sistemas operacionais são, na verdade, sistemas GNU, e o nome mais adequado para tais sistemas é GNU/Linux, uma vez que grande parte do código-fonte dos sistemas operacionais baseados em Linux são ferramentas do projeto GNU.[10]

Há muita controvérsia quanto ao nome. Eric Raymond afirma, no Jargon File, que a proposta da FSF só conseguiu a "aceitação de uma minoria" e é resultado de uma "disputa territorial". Linus Torvalds afirma que consideraria "justo" que tal nome fosse atribuído a uma distribuição do projeto GNU, mas que chamar os sistemas operacionais Linux como um todo de GNU/Linux seria "ridículo". Linus disse não se importar sobre qual o nome usado, considera a proposta da GNU como "válida" ("ok") mas prefere usar o termo "Linux".


O símbolo do software foi escolhido pelo seu criador (Linus Torvalds),que um dia estava no zoológico e foi surpreendido pela mordida de um pinguim.Fato curioso e discutido até hoje.

Em 1996, muitos integrantes da lista de discussão "Linux-Kernel" estavam discutindo sobre a criação de um logotipo ou de um mascote que representasse o Linux. Muitas das sugestões eram paródias ao logotipo de um sistema operacional concorrente e muito conhecido (Windows). Outros eram monstros ou animais agressivos. Linus Torvalds acabou entrando nesse debate ao afirmar em uma mensagem que gostava muito de pinguins. Isso foi o suficiente para dar fim à discussão.

Depois disso, várias tentativas foram feitas numa espécie de concurso para que a imagem de um pinguim servisse aos propósitos do Linux, até que alguém sugeriu a figura de um "pinguim sustentando o mundo". Em resposta, Linus Torvalds declarou que achava interessante que esse pinguim tivesse uma imagem simples: um pinguim "gordinho" e com expressão de satisfeito, como se tivesse acabado de comer uma porção de peixes. Torvalds também não achava atraente a idéia de algo agressivo, mas sim a idéia de um pinguim simpático, do tipo em que as crianças perguntam "mamãe, posso ter um desses também?". Ainda, Torvalds também frisou que trabalhando dessa forma, as pessoas poderiam criar várias modificações desse pinguim. Isso realmente acontece. Quando questionado sobre o porquê de pinguins, Linus Torvalds respondeu que não havia uma razão em especial, mas os achava engraçados e até citou que foi bicado por um "pinguim assassino" na Austrália e ficou impressionado como a bicada de um animal aparentemente tão inofensivo podia ser tão dolorosa.

Fonte: Wikipédia

18 de mar. de 2012

Sinal de rede mostrado na tela do celular não reflete a realidade


(Fonte da imagem: iStock)

Há alguns anos, a AT&T veiculou um comercial nos EUA que tinha como principal mensagem o fato que com um aparelho da operadora o consumidor tinha acesso a “mais barras em mais lugares”. A referência da propaganda era as barras de sinal, que estamos a acostumados a ver na parte de cima do mostrador do smartphone.

Entretanto, o sinal mostrado nas barrinhas hoje é apenas um dos indicadores possíveis que apontam para a qualidade do sinal disponível. No caso do iPhone, com a atualização para o iOS 5.1, a situação ficou ainda um pouco mais complexa.

Se você estiver em uma rede da AT&T, por exemplo, com um iPhone 4S é possível visualizar o símbolo “4G” onde habitualmente estava escrito “3G”. Entretanto, isso não significa muita coisa, já que a velocidade é exatamente a mesma. No caso da AT&T, o mostrador “4G” faz referência à sua rede HSPA+ e não à rede LTE. Ela será chamada futuramente de “4G LTE”. Confuso, não é mesmo?

Mas afinal, o que isso significa?

As barras de sinal, em tese, devem mostrar o quão forte é o sinal de transmissão entre a torre e o dispositivo. Isso não significa que ele seja de maior ou menor qualidade, apenas que ele é de maior ou menor intensidade. Um sinal mais intenso não significa, necessariamente, um sinal melhor, sabe por quê?

Graças ao indicador de rede. Ela mostra o tipo de faixa a qual você está conectado, podendo ser GRPS (1G), EDGE (2G), UTMS (3G), HSPA+ (3G, mas chamado pela AT&T de 4G) ou LTE (4G). Dessa forma, mesmo que você tenha um nível de sinal intenso, ainda assim pode estar desconectado do serviço exibido no indicador de rede ou ainda navegando com qualidade muito aquém do que você imagina.

Tamanha confusão nos deixa apenas uma certeza. Esta na hora de alguma empresa inventar uma nova forma de indicar a qualidade de sinal dentro de uma determinada rede. Dessa forma, os consumidores poderão ter uma noção clara do quão bom é ou não o sinal da rede em que estão trafegando.



Mentes distraídas são mais inteligentes, aponta estudo


(Fonte da imagem: Reprodução/iStock)

Se você costuma duvidar da capacidade mental daquele seu amigo que sempre se distrai realizando tarefas simples, reveja seus conceitos. Pesquisa publicada em uma revista especializada de ciência indica que pessoas com mentes dispersas costumam apresentar mais capacidade de “memória de trabalho”. Isso significa que elas são capazes de realizar duas tarefas simultaneamente.

O estudo consistiu em colocar os participantes para pressionar um botão quando determinada letra surgia na tela. Enquanto isso, os pesquisadores os questionavam periodicamente se suas mentes estavam “vagueando”. Ao fim dos trabalhos, os participantes tinham que memorizar uma série de letras interpostas a questões matemáticas simples.

Quem apresentou mais dispersão durante estes testes também obteve melhores resultados na avaliação de memória. A explicação é a seguinte: uma área extra do cérebro é usada quando você faz contas usando dois números, mas não pode escrevê-la e, segundo o DailyMail, esta capacidade é comumente associada a medidores de inteligência, como o QI.



15 de mar. de 2012

TAG Heuer lança celular de luxo que custa quase 7 mil reais

Racer terá fibra de carbono e titânio para garantir resistência e leveza (Foto: Reprodução) (Foto: Racer terá fibra de carbono e titânio para garantir resistência e leveza (Foto: Reprodução))
Racer terá fibra de carbono e titânio para garantir resistência e leveza (Foto: Reprodução)

Fabricante tradicional de relógios e cronômetros, a empresa suíça TAG Heuer apostou seu prestígio na criação de um smartphone de alto padrão de qualidade. Chamado de Racer, o aparelho é confeccionado em fibra de carbono, adota o Android como sistema operacional e oferece uma interface gráfica tridimensional. Seu preço, aliás, também não é nada modesto: o aparelho custa quase US$ 7 mil.

Smartphone chega em julho na Europa e custa quase R$ 7 mil (Foto: Reprodução) (Foto: Smartphone chega em julho na Europa e custa quase R$ 7 mil (Foto: Reprodução))
Smartphone chega em julho na Europa e

custa quase R$ 7 mil (Foto: Reprodução)

Além da carcaça em fibra de carbono com cobertura emborrachada, o celular possui estrutura em titânio. A combinação destes materiais foi inspirada na Fórmula 1 (até 2003 a TAG Heuer era responsável pela cronometragem oficial do campeonato). Além de resultar em um smartphone altamente resistente, ela garante que o aparelho seja muito leve.

A TAG mencionou que a alta qualidade do celular vai além dos materiais escolhidos para sua produção. O processador do dispositivo será um dos melhores disponíveis, e a versão do sistema operacional tende a ser a mais atual, o Android 4.0 Ice Cream Sandwich.

Fibra de carbono e titânio são materiais caros. Isso explica o porquê do smartphone, que chega às lojas em julho, custar incríveis US$ 3.700 (aproximadamente R$ 6.600). A princípio, o dispositivo será comercializado apenas na Europa, em relojoarias e joalherias de luxo.

Abaixo você vê um vídeo que apresenta o Racer:


Moradores de rua se tornam pontos de Wi-Fi para Internet

O Festival SXSW - que interliga música, filmes e tecnologia - teve início no último final de semana, no estado americano do Texas, já envolvendo uma grande polêmica: o uso de moradores de rua como pontos de acesso Wi-Fi. A ideia foi criação da agência de publicidade BBH e da organização para desabrigados Front Steps, que reuniu 13 moradores de rua e deu a eles um ponto de acesso wireless com tecnologia 4G e uma camiseta. Eles foram instruídos a se espalharem nos locais ao redor do centro de convenções onde acontece o SXSW.

O festival começou com uma grande polêmica envolvendo moradores de rua (Foto: Reprodução)
O festival começou com uma grande polêmica envolvendo moradores de rua (Foto: Reprodução)

Para acessar o ponto de um dos sem-teto, o usuário deve enviar uma mensagem de texto com o nome do indivíduo para o número na camisa dele. Daí então, é enviada uma uma mensagem de volta, com a senha de acesso a rede e, ao fazer login, aparece a opção de doar uma quantia via Paypal, que será depois repassada ao morador de rua que forneceu a conexão. A sugestão é de U$ 2 dólares, cerca de R$ 3,60, a cada 15 minutos de conexão.

Muitos dos participantes do festival não aprovaram a ideia, já que os dizeres da camiseta ("sou um ponto de acesso", em tradução livre) dão a entender que os sem-teto são produtos e não pessoas. No entanto, a BBH se defendeu, dizendo que sua ação trouxe algo de bom: "os sem teto são agora um dos assuntos mais discutidos no SXSW e por isso eles não são mais invisíveis", afirmam.

A agência também garante que todos os dólares doados serão encaminhados em sua todalidade no final da campanha para cada um dos moradores de rua.

Anonymous lança sistema operacional próprio baseado no Ubuntu


(Fonte da imagem: Anonymous-OS)

O notório grupo de hackers conhecido como Anonymous lançou na última quarta-feira (14 de março) a primeira versão de seu sistema operacional próprio. Construído a partir do Ubuntu 11.10, o produto conhecido como Anonymous-OS utiliza o sistema de desktops opensource Mate e vem acompanhado por diversos aplicativos.

Devido às características anônimas do grupo, não fica clara quem é o autor real do sistema, tampouco se existe alguma função escondida em seu código. Segundo a página oficial do projeto, o software foi criado como “propósitos educacionais, para checar a segurança de qualquer página da internet”. Além disso, o site aconselha as pessoas que baixaram o produto a “usar qualquer ferramenta para destruir qualquer site”.

Aplicativos pré-instalados

  • ParolaPass Password Generator;
  • Find Host IP;
  • Anonymous HOIC;
  • Ddosim;
  • Pyloris;
  • Slowloris;
  • TorshHammer;
  • Sqlmap;
  • Havij;
  • Sql Poison;
  • Admin Finder;
  • John the Ripper;
  • Hash Identifier;
  • Tor;
  • XChat IRC;
  • Pidgin;
  • Vidalia;
  • Polipo;
  • JonDo;
  • I2p;
  • Wireshark;
  • Zenmap.

Algumas mensagens no Twitter acompanhadas pela tag #anonops afirmam que o novo sistema operacional vem lotado de trojans, acusação que o grupo responsável pelo software refuta em sua página oficial. Caso você deseje testar a novidade por sua própria conta e risco, pode realizar o download do arquivo de instalação através da página do projeto no site Sourceforge (a imagem de instalação ocupa 1,4 GB).

Anonymous-OS




14 de mar. de 2012

Divulgadas imagens da nova GeForce GTX680


(Fonte da imagem: Reprodução/Chip Hell)

Após surgirem os primeiros detalhes das novas placas GeForce GTX680 da NVIDIA, novas imagens foram divulgadas, exibindo o design dos primeiros modelos. O site de tecnologia Chip Hell conseguiu imagens exclusivas.

A nova placa deverá trazer o PCB preto, construído para dois slots e com apenas um cooler. Isso mostra que mesmo possuindo um imenso poder de fogo, a placa não deverá esquentar mais que suas antecessoras.

Os conectores de força — de 6 pinos — encontram-se na parte de cima da novidade. Medida inteligente da NVIDIA, uma vez que os conectores na parte traseira poderiam interferir na conexão a outros componentes, como discos rígidos.


(Fonte da imagem: Reprodução/Chip Hell)

A GeForce GTX680 vem equipada com o novo processador denominado Kepler, construído com a tecnologia de 28 nm, 1.536 núcleos CUDA, 2 GB de memória com interface 256-bits e um consumo máximo de energia de 190 watts. O lançamento está previsto para o final de março desse ano.



Microsoft pode estar testando aplicativos do Windows Phone no Windows 8


(Fonte da imagem: Reprodução/WMPoweruser)

De acordo com o site WMPoweruser, a Microsoft pode estar testando aplicativos voltados para o Windows Phone, o seu sistema operacional móvel, no Windows 8, a mais recente plataforma da organização para computadores. Isso indicaria que a empresa está trabalhando em uma integração ainda maior entre seus sistemas, permitindo que programas rodem em ambas as plataformas.

Caso essa adaptação se confirme, o Windows 8 seria lançado com um repositório de aplicativos bem grande (aproximadamente 70 mil apps) – fato que resolveria uma das críticas feitas pelo especialista Steven Vaughan-Nichols.

O rumor surgiu a partir de uma informação fornecida pelo software I’m a WP7. De acordo com esse programa, nativo do Windows Phone, cerca de 1% dos seus usuários o utiliza no Windows 8 – como você pode observar na imagem acima.


Google trabalha no desenvolvimento do Chrome para Windows 8

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Assim que foi noticiado o desenvolvimento de uma versão do Firefox para o Windows 8, muitos comentários surgiram apontando que a galera estava ansiosa para ver também uma adaptação do Chrome para a plataforma.

Pois segundo um integrante do time de desenvolvimento da Google, a empresa já trabalha em uma versão Metro do navegador. O programa será baseado no programa atual utilizado em desktops, mas deve se integrar totalmente à nova interface trazida pelo Windows 8.

Ainda de acordo com as informações passadas ao site Mashable, a Gigante de Mountain View quer proporcionar uma experiência de uso rápida, simples e segura, não importando a área na qual ele está sendo rodado, seja na interface normal do sistema ou na Metro.

Assim como a Mozilla e o seu Firefox, a Google pretende explorar o fato de que a Microsoft permitiu que empresas diferentes desenvolvessem navegadores para serem utilizados nessa novidade trazida pelo Windows 8.

Como é sabido, a Metro permite que somente um browser seja utilizado por vez, aquele que for configurado como “padrão”. Isso deve tornar a briga pela preferência dos “consumidores” mais acirrada do que nunca.



10 de mar. de 2012

Trojan Duqu foi escrito em linguagem de programação desconhecida


(Fonte da imagem: Gizmodo)

Uma análise detalhada do trojan Duqu mostra que ele pode ser um dos mais avançados e sofisticados cavalos de troia já criados. A empresa russa Kaspersky descobriu que partes do arquivo DLL foram escritas em uma linguagem de programação desconhecida.

As seções que não puderam ser identificadas são as responsáveis pela operação de comando do programa e pelas funções de controle que permitem a ele receber novas instruções. Já o restante do trojan foi escrito e compilado na linguagem C++. Isso confirma que ele é orientado a objetos, mas de uma forma que os analistas ainda não conheciam.

As descobertas alimentam ainda mais as especulações de que tanto o Stuxnet quanto o Duqu são criações de uma organização avançada e com alto poder de financiamento. O altíssimo nível de personalização do código pode indicar ainda que a linguagem não só foi feita para espionagem como também o seu desenvolvimento pode ter sido feito de forma fragmentada, com equipes trabalhando isoladas sem conhecimento do todo.

A primeira aparição do Duqu aconteceu em setembro do ano passado, após ataques do vírus Stuxnet contra instalações de desenvolvimento nuclear do Irã. A proposta do código, acreditam os especialistas, é ter acesso a sistemas de controle industrial e informações estratégicas do governo iraniano.